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A relação entre a nossa alimentação e a saúde oral

11 Fevereiro 2022

A saúde oral e a alimentação

Já vimos que a saúde oral pode afetar, sem nos apercebermos, o bem-estar do nosso corpo. O mesmo acontece com o tipo de alimentação que fazemos. Uma boa saúde oral está muito dependente dos alimentos ou bebidas que ingerimos diariamente. Nomeadamente, um consumo excessivo de açúcar pode desencadear uma cárie dentária.

Existem também alimentos que têm a capacidade de pigmentar mais os dentes, mas hoje em dia já existem tratamentos, como é o caso do branqueamento, que permitem melhorar a estética do sorriso. Recentemente a nossa médica Dra. Sara Casado esteve no programa da SIC “Estamos em Casa”, neste dia apresentado pela nossa paciente Bárbara Guimarães, onde esteve precisamente falar sobre a relação que existe entre a saúde oral e a nossa alimentação.

Quando ouvimos dizer que não devemos comer certos tipos de comidas ou que devemos fazer uma dieta equilibrada, não é apenas a considerar que num primeiro plano pode ter como consequência uma alteração do peso de cada pessoa. É acima de tudo porque o nosso organismo necessita de alimentos que o ajudem. O mesmo acontece com a nossa saúde oral. A oferta alimentar que existe é cada vez maior e se não formos nós enquanto indivíduos a preocuparmo-nos com aquilo que ingerimos, quem será?

O açúcar na saúde oral

Tal como dissemos inicialmente, alimentos ricos em açúcares podem potenciar o risco de cárie dentária. E, como em muitas outras áreas da saúde, o papel principal está na prevenção. Há várias estratégias que podemos seguir de forma a prevenir este problema e a não deixar alguns casos evoluir. A escovagem, que é um ritual de higiene oral diário, é o primeiro passo para prevenir o aparecimento de cárie.

Na prática, sempre que ingerimos alimentos açucarados estamos a alimentar as bactérias que vivem dentro da boca. Essas bactérias vão depois produzir ácidos que se podem dissolver no esmalte dos dentes, dando depois origem à cárie dentária.

Halitose e alimentação

Assim como o açúcar pode influenciar a nossa saúde oral, existem alimentos que contribuem para a halitose, termo médico utilizado para definir o mau hálito. Em 90 a 95% dos casos, a origem do mau hálito é intraoral, mas existem doenças sistémicas e metabólicas, medicação prolongada ou dietas inadequadas que podem estar na base do mau hálito.

Mais uma vez, a aposta está na prevenção. Existem vários tratamentos possíveis, nomeadamente a remoção mecânica da placa bacteriana, colutórios ou raspadores linguais.

Dietas e saúde oral

Frequentemente praticamos dietas a pensar na nossa saúde geral. Em algumas, priorizamos o consumo de frutos secos. Mas sabia que a longo prazo um consumo elevado  deste tipo de alimentos pode ter impacto no desgaste dos dentes? Assim como as dietas ricas em sementes ou outros alimentos duros. O mesmo acontece com as dietas que privilegiam alimentos ácidos, resultando numa maior erosão dentária. Como em tudo na nossa vida, aquilo que ingerimos deve ser equilibrado e variado.

Pigmentos nos dentes: a pigmentação

Graças à evolução da tecnologia, existem hoje técnicas minimamente invasivas,  tratamentos de natureza essencialmente estética, que possibilitam branquear dentes escurecidos devido a uma dieta rica em pigmentos. O branqueamento é cada vez mais um tratamento utilizado entre os pacientes, devido inclusive à facilidade com que podem ser feitos: ou em consultório ou em casa.

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